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No princípio, Erika Bronze tinha apenas uma laje no Realengo, bairro da zona no Rio de Janeiro. Ela transformou o lugar em uma indústria de marquinhas de bronzeado, lançou marca de biquíni, de creme bronzeador e agora vai expandir o local e transformá-lo no que chamou de “spa do bronze”.

Com o sucesso do negócio, a inventora do sistema que ganhou o Rio e a internet brasileira tem planos de aumentar as opções para as clientes que frequentam sua laje. Até março, vai usar a área interna do espaço para outros serviços.

“Vai ter manicure, cabeleireira e massagista. Mas a coisa vai seguir popular, porque lugares muito chiques podem afastar os clientes”, disse Erika.

Com o crescimento da demanda algumas coisas mudaram: ela precisou contratar mais quatro funcionárias para dar conta dos atendimentos — duas telefonistas, uma assistente para as redes sociais e uma secretária. Além disso, ela formalizou o negócio e é auxiliada por um contador e um advogado.

Mulheres tomam sol com fita isolante no ligar do biquíni, na laje de Érika Bronze, no Rio (Reprodução)

A empresária carioca lançou no final de dezembro um creme bronzeador que leva seu nome. Calcula já ter vendido mais de mil unidades — cada uma a 70 reais. “Fiz parceria para levar a Fortaleza e tive uma encomenda que veio dos Estados Unidos”, comemora. Começou promovendo o produto na Rocinha e deve fazer um tour por outras comunidades cariocas. “Também tenho um carro de som que divulga meu creme”.

Erika ainda criou uma marca de biquíni que emula, com fita isolante, as pequenas dimensões dos trajes feitos. Cada traje custa entre 120 e 150 reais. “Só não sei quantos eu vendi porque não consegui parar para ver isso”.

Com o sucesso do negócio, ela projeta faturar ao longo do verão carioca 150 mil reais só com os bronzeamentos. E sem medo das turbulências da economia brasileira: “Isso não tem crise. Mulher ama isso”.